Foi recentemente notícia: a marcha a favor do topless, que teve lugar nos EUA - como não poderia deixar de ser - e por incrível que pareça, na China. Ora vejamos as diferenças:
Nos EUA:
Um camionista norte-americano processou um médico por este lhe ter amputado (cortado vá) uma parte do pénis, sem o consultar, isto porque alegadamente durante a cirurgia o médico terá detectado um cancro. O tribunal deu razão ao médico, uma vez que segundo este, era o mais seguro a fazer, e porque o doente tinha assinado uma declaração em como permitia que o médico utilizasse um procedimento imprevisto caso achasse necessário. De notar é que o senhor era analfabeto.
Parece-me que alguém jantou chouriço no dia seguinte à cirurgia, mas isso sou só eu a supor.
Ou seja, se por exemplo, fôssemos ao cabeleireiro e pedíssemos para cortar as pontas, se lhe apetecesse cortar o cabelo todo só porque ficava melhor, não havia problema.

Agora é a moda: Desde que um polícia canadiano em Toronto disse que se as mulheres não quisessem ser vítimas de violações, que não se vestissem como vadias. Nesta marcha, as mulheres reivindicam o direito de se vestirem como bem lhes apetecer, sem serem alvo de violação, assédio sexual ou pura e simplesmente o rótulo de "vaca".
"Nem putas, nem santas, apenas mulheres." - É o repto utilizado por uma das manifestantes da marcha, conforme mostra a reportagem da SIC:
Certo é que (e chamem-me machista), há muita mulher que provoca. Que é que uma rapariga que se põe numa discoteca toda aprumada, a roçar-se a torto e a direito em tudo que é mangueira procura? E muitas destas ditas "violações" não são mais que uma mera dor de cotovelo, porque para eles foi comer e mandar fora, e elas já magicavam um casamento. É óbvio que anda por aí muito rapazinho filho da mãe, mas também há muita rapariga que anda à procura disso. E nem é a questão dos decotes ou mini-saia. É mesmo a postura, porque de já não é de agora, que ELAS, são piores que ELES.







A crise afecta a todos, ou quase, isso é certo. O PS tenta, em vão, melhorar o guarda-roupa de um país que se encontra de tanga, pelo que os seus representantes da Póvoa de Varzim se insurgiram contra uma praia naturista no concelho. Eu entendo. O país todo queixa-se de estar de tanga, e há essa gente que nem isso usa?
Ontem ao almoçar, vi nas notícias um gajo que se lembrou de atirar para uma linha de comboio. Isso seria normal, porque volta que não volta há sempre alguém que gosta de sentir a pressão feita pelo comboio nos carris (para estudos científicos, claro), mas regra geral nunca se safam ilesos. Quando não ficam transformados em tiras de entremeada, ficam sem um braço, uma perna ... Enfim, ossos do ofício.