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20121203
Presépio sem vaca e sem burro... será?
20120528
20120330
Music for Dummies - Música para Totós
1- Ter um físico do caraças (principalmente se forem gajos, porque as pitas ficam estéricas com gajos bons);
2- Fazer um refrão de merda mas que fique no ouvido;
3- Ser excêntrico/a;
4- Falar da crise (principalmente em Portugal)
1 -Ter um físico do caraças:
Isto é básico. Todos nós conhecemos casos em que se faz sucesso principalmente pelo físico. Ora vejamos o falecido Angélico Vieira, tanto a solo como nos seus tempos de D'ZRT. Aquilo era a pura da loucura, quase aos níveis dos Beatles nos anos 60, as gajas ficavam todas com o pito aos saltos quando eles apareciam. Recentemente, também o Ângelo Rodrigues - que se intitula de Angel-O - se lançou na música. A música pode não valer a ponta de um corno (se podermos considerar música(?)), mas por ser protagonista de novela, de boa aparência, provavelmente vai fazer bastante sucesso.
2- Fazer um refrão de merda mas que fique no ouvido:
Quanto a isto, há que dar um certo mérito. É preciso algum engenho para conjugar a letra e a melodia para que o mesmo fique no ouvido. Exemplos disso não faltam, como o Justin Bieber, com Baby, já bateu records de visualizações no Youtube, e de letra, basicamente, é so "oh baby baby oh, oh baby baby oh"; Michel Teló, à boleia do Cristiano Ronaldo, com o "Ai se eu te pego", que com meia dúzia de frases fez um sucesso.
3-Ser Excêntrico/a:
Bem, neste ponto, acho que nem é preciso falar muito. Lady Gaga é senhora e rainha da excentricidade. Já vendeu milhões, já faturou milhões, muito por causa da excentricidade. Esta senhora raramente sai das capas de revistas, sempre com vestidos do outro mundo e manias que não lembram ao menino Jesus. É óbvio que para fazer isto é preciso jeito, senão, não passam de (mais) uns maluquinhos que andam por aí.
4-Falar da Crise:
Agora é a moda do momento. Não se fala de outra coisa. Crise, Troika, Austeridade, Geração à Rasca. Quem quer que faça uma música que aborde estes temas, se bem divulgada, faz sucesso num ápice. Vejamos o Boss AC. Sexta-feira é um sucesso, toda a gente sabe o refrão. Agora quase toda a gente chega à sexta-feira com essa música na cabeça. E enquanto isso, lá vai o Boss enchendo o bucho. Temos também o exemplo dos Deolinda, que também fizeram sucesso com a música "Que parva que eu sou". Ou os Homens da Luta, que nem de música específica precisam, e que (com muitos tomates, verdade seja dita), cantam contra a crise seja onde for.
Quem souber conjugar pelo menos 2 destes pontos, tem sucesso quase garantido. A divulgação hoje em dia é simples, com Youtube, Facebook, Twitter e afins, qualquer um pode fazer sucesso. E agora só nos resta esperar que mais um iluminado apareça a fazer sucesso!
20111010
Pintoencefalia - A doença das Pitas
20111003
Estupidezes
Há coisas que fazemos por hábito, que sabemos que não fazem sentido, mas continuamos a fazer, como por exemplo:
ACTUALIZAÇÃO:
Os ossos da perna, do pé, do braço ou doutra merda qualquer estalam, e fazem um grande ruído. Não doeu, mas mesmo assim, dizemos "AU". ESTÚPIDO.
20110930
O LOL
20110816
As prostitutas e a gravidez
20110805
És sacana? Descobre
20110629
Dúvida Matrimonial
20110620
A estupidez do "Tudo bem?"
Já repararam que cada vez que vemos alguém na rua temos tendência a dizer "Olá, tudo bem?"? Isto é estúpido, porque a maior parte das vezes a pessoa está do outro lado da rua, ou a caminhar na direcção oposta à nossa, e esse "tudo bem?" fica sem resposta.
A pessoa pode não responder ao "tudo bem", mas se calhar fica ofendida se não perguntarmos, e nós se não dissermos parece mal.
Ou por exemplo, praí 90% das conversas online começa assim: "Olá, tudo bem?", e depois há sempre aquela pessoa deprimida e que tem sempre o mundo inteiro contra si que diz que não, e depois, feito calhau, quando perguntamos que é que se passa (porque se não parece mal), essa pessoa diz "não me apetece falar sobre isso". Isto enerva. FODA-SE, SE NÃO QUEREM FALAR, MAIS VALE DIZER QUE ESTÁ TUDO BEM, OK? É que depois anda uma pessoa a gastar tempo com nabos que andam sempre com crises existenciais.
Por estas e por outras é que acho que a complexidade das relações entre humanos é mais estúpida que complexa.
20110527
Sócrates sodomizou-nos, mas a piroca dele é pequena - Paulo Portas

Resta saber é como é que ele descobriu... Será que perguntou ao Diogo Infante?
20110526
Sócrates é fixe, ou está a mandar-nos a um certo sítio?

Este é o slogan da campanha do Partido Socialista, mas deixo apenas uma nota: este "fixe" que consiste em ter o dedo polegar em pé, com os restantes dedos da mão fechados, em certos países, como Blangadesh, Irão ou Tailândia, tem o mesmo efeito que isto para nós:

20110506
Homo Parolus e Homo Bimbus
Pois bem, perguntam vocês, quem são os bimbos/parolos da aldeia?
Os parolos da aldeia são uma espécie derivada do Homo Sapiens, que em vez de evoluírem para Homo Sapiens Sapiens, regrediram para uma ramificação genética denominada Homo Parolus ou Homo Bimbus.
Esta espécie assemelha-se em muito ao Homo Sapiens Sapiens, mas o que distingue o Homo Parolus ou Bimbus do Homo Sapiens Sapiens é o comportamento. É uma espécie muito trabalhadora, e tem a sua área principal de actividade principalmente na construção civil e na mecânica automóvel. Possui elevados conhecimentos de mecânica, o que leva a que a socialização entre esta espécie se resume em falar deste tema.
Uma das características chave desta espécie é a forma como cortejam as fémeas. A corte é feita através do pagamento de bebidas, de forma a tentar embriagar as presas para conseguir tentar procriar nessa noite, porém, muitas das vezes as fémeas conseguem aproveitar-se disso apenas para o consumo de álcool e/ou outras coisas de forma gratuita. As fémeas que cortejam muitas das vezes não são atraentes, de forma a ser mais fácil a corte. Este ritual efectua-se todos os fins de semana e vésperas de feriados em qualquer bar ou discoteca.
A nível de aparência, tentam em muito assemelhar-se a Cristiano Ronaldo, com elevadas camadas de gel no cabelo curto, e podem ou não possuir um brinco brilhante. Geralmente conduzem um carro relativamente bom e alterado em relação ao modelo de origem.
Agora, palhaçadas e teorias à parte, estava a tentar arranjar uma imagem para ilustrar o post, e após uma pesquisa da palavra "bimbos" no googles, deparo-me com isto:

Reparem no pormenor do sorriso do rapaz e ao lado a imagem das três senhoras de rabo virado.
Depois, ao ver que ao pesquisar "bimbos" me apareciam só gajas (e nesta imagem não mostra, mas a maior parte das imagens iniciais são gaja mesmo boas), fiquei a pensar: "Foda-se, bimbos são gajas boas?". Pois bem, depois de mudar a pesquisa de imagens para pesquisa web, deparei-me com a definição de Bimbo na Wikipédia (onde mais?), mas na versão inglesa, que resumidamente, diz que na língua inglesa, BIMBO é uma gaja boa e burra. Basicamente, os Bimbos dos ingleses são as nossas loiras burras! Estamos sempre a aprender!
20110406
Terapia anti-raiva (acreditem, funciona)
Encontrei o número e marquei-o. Respondeu um homem que disse:
-"Está?"
Educadamente respondi-lhe:
-"Estou! Sou o Luís Alves. Posso falar com a Sra. Ana Fonseca, por favor?"
Ficou com uma voz transtornada e gritou-me aos ouvidos:
-"Vê lá se arranjas a merda do número certo, ó filho da puta!" e desligou o telefone.
Nem queria acreditar que alguém pudesse ser tão mal educado por causa de uma coisa destas.
Quando consegui ligar à Ana, reparei que tinha acidentalmente transposto os dois últimos dígitos.
Decidi voltar a ligar para o número "errado" e, quando o mesmo tipo atendeu, gritei-lhe:
-"És um grande paneleiro!" e desliguei.
Escrevi o número dele juntamente com a palavra "paneleiro" e guardei-o.
De vez em quando, sempre que tinha umas contas chatas para pagar ou um dia mesmo mau, telefonava-lhe e gritava-lhe:
-"És um paneleiro!" Isso animava-me.
Quando surgiu a identificação de chamadas, pensei que o meu terapêutico telefonema do "paneleiro" iria acabar.
Por isso, liguei-lhe e disse:
-"Boa tarde. Daqui fala da PT. Estamos a ligar-lhe para saber se conhece o nosso serviço de identificação de chamadas!"
Ele disse:
-"NÃO!" e bateu o telefone.
De seguida liguei-lhe, e disse:
-"É porque és um grande paneleiro!"
Uma vez, estava no parque do Centro Comercial e, quando me preparava para estacionar num lugar livre, um tipo num BMW cortou-me o caminho e estacionou no lugar que eu tinha estado à espera que vagasse.
Buzinei-lhe e disse-lhe que estava ali primeiro à espera daquele lugar, mas ele ignorou-me.
Reparei que tinha um letreiro "Vende-se" no vidro de trás do carro, e tomei nota do número de telefone que lá estava.
Uns dias mais tarde, depois de ligar ao primeiro paneleiro, pensei que era melhor telefonar também para o paneleiro do BMW.
Perguntei-lhe:
-"É o senhor que tem um BMW preto à venda?"
-"Sim", disse ele.
-"E onde é que o posso ver?", perguntei.
-"Pode vir vê-lo a minha casa, aqui na Rua da Descobertas, Nº 36. É uma casa amarela e o carro está estacionado mesmo à frente."
-"E o senhor chama-se?." perguntei.
-"O meu nome é Alberto Palma", disse ele.
-"E a que horas está disponível para mostrar o carro?"
-"Estou em casa todos os dias depois das cinco."
-"Ouça, Alberto, posso dizer-lhe uma coisa?"
-"Diga!"
-"És um grande paneleiro!", e desliguei o telefone.
Agora, sempre que tinha um problema, tinha dois "paneleiros" a quem telefonar.
Tive, então, uma ideia. Telefonei ao paneleiro Nº 1.
-"Está?"
-"És um paneleiro!" (mas não desliguei)
-"Ainda estás aí?" ele perguntou.
-"Sim", disse-lhe.
-"Deixa de me telefonar!" gritou.
-"Impede-me", disse eu.
-"Quem és tu?" perguntou.
-"Chamo-me Alberto Palma", respondi.
-"Ah sim? E onde é que moras?"
-"Moro na Rua da Descobertas, Nº 36, tenho o meu BM preto mesmo em frente, ó paneleiro. Porquê?
-"Vou já aí, Alberto. É melhor começares a rezar", disse ele.
-"Estou mesmo cheio de medo de ti, ó paneleiro!" e desliguei.
A seguir, liguei ao paneleiro Nº 2.
-"Está?"
-"Olá, paneleiro!", disse eu.
Ele gritou-me:
-"Se descubro quem tu és..."
-"Fazes o quê?" perguntei-lhe.
-"Parto-te a tromba!" disse ele.
E eu disse-lhe:
-"Olha, paneleiro, vais ter essa oportunidade. Vou agora aí a tua casa, e já vais ver."
Desliguei e telefonei à Polícia, dizendo que morava na Rua da Descobertas, Nº 36 e que ia agora para casa matar o meu namorado gay.
Depois liguei para as cadeias de TV e falei-lhes sobre a guerra de gangs que se estava a desenrolar nesse momento na Rua da Descobertas.
Peguei no meu carro e fui para a Rua da Descobertas.
Cheguei a tempo de ver os dois parvalhões a matarem-se à pancada em frente de seis viaturas da polícia e uma série de repórteres de TV.
Já me sinto muito melhor. Gerir a raiva sempre funciona.!
20110331
Prostituição - Uma forma de tapar buracos (orçamentais, claro!)
20110323
O Governo PEC - Perdeu o Equilíbrio e Caiu
20110304
F.U.C.K., F.O.D.A. e P.U.N.H.E.T.A.
20110130
O Facebook, o "Gosto" e as pessoas chatas


20110127
Desvendados os Mistérios da Lyonce Viiktórya

20110116
Foi assim que a Alemanha perdeu a guerra


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